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o paraiso das maquiagens, dicas, truques e segredos de uma boa maquiagem.

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Sete pistas para identificar homens e mulheres que traem!!!

 
"Quando um ou outro muda seu jeito de ser, é bom ficar alerta"

Esqueça aqueles velhos clichês de novelas e filmes dos anos 80 em que a esposa desconfiada investiga os pertences do marido até achar uma malfadada mancha de batom no colarinho da camisa ou um comprovante de cartão de crédito com nome de motel. Hoje em dia, os batons têm melhor qualidade, os motéis se escondem sob a sutileza de uma razão social pouco sexy e os infiéis estão um pouco mais atentos para não deixar pistas tão evidentes da traição.
Mas mesmo assim,  ainda é possível perceber sinais que indicam a infidelidade do outro. “Namorados, noivos ou cônjuges têm seus próprios costumes e particularidades que somente os dois podem entender. Quando um ou outro muda seu jeito de ser, é bom ficar alerta. A mudança pode ser sutil e, em muitos casos, não é para pior, mas para melhor”.

SETE PISTAS PARA IDENTIFICAR HOMENS E MULHERES QUE TRAEM

1. Os homens costumam ficar mais avoados e distraídos, com o pensamento distante 1. Com a autoestima elevada, as mulheres ficam mais fogosas e dispostas a experimentar novidades na cama
2. Ele passa a ouvir músicas românticas, diferentes do estilo habitual, inclusive aquelas que sempre detestou 2. As mulheres que cozinham bem passam a cozinhar melhor. As que não sabem fritar nem um ovo, de repente, passam a promover jantares
3. Compra cuecas e meias novas – até então, a mulher se encarregava disso 3. Começam a dizer que fizeram novas amigas, e para poder se encontrar com o amante, dizem que vão sair com “elas”
4. De uma hora para outra, fica organizado: para de deixar as roupas espalhadas e de esquecer o celular 4. A mulher fica mais atenta a tudo, principalmente aos cuidados com a casa
5. Ficam indispostos para sair, alegando falta de dinheiro, dor de cabeça ou preocupação excessiva. Estão sempre tensos 5. Embora seja mais discreta, a mulher se sente valorizada por ter um amante, e isso a torna mais confiante
6. Embora tente disfarçar, o apetite sexual masculino diminui. Pelo menos, com a “oficial” 6. Para compensar as "puladas de cerca" e evitar que o parceiro descubra, ela fica mais carinhosa
7. Dão presentes e flores sem nenhum motivo especial e ligam ou mandam e-mails para saber se “está tudo bem” 7. Usa o celular sem falar o nome do interlocutor e mais ouve do que fala

O HOMEM QUE TRAI FICA EXTREMAMENTE NERVOSO QUANDO:

1. A mulher, em um misto de sutileza e cinismo, faz perguntas como: “Eu seria capaz de matar se soubesse que estou sendo traída. E você, perdoaria uma traição?” ou “Acho que Fulano está traindo Beltrana. Ele é muito mau caráter, não acha?”
2. A mulher ou namorada avisa que vai buscá-lo no trabalho bem no dia daquela “reunião” que vai acabar muito tarde
3. A “outra” liga. Em geral, os homens tentam assumir um tom de voz mais formal para disfarçar e até se referem à amante como “Sr. Fulano”, mas a modulação da voz entrega que estão conversando com uma mulher

A MULHER QUE TRAI FICA EXTREMAMENTE NERVOSA QUANDO:

1. Alguém comenta que a viu na rua. “Sério? Onde? Quando? Tem certeza absoluta que era eu?”
2. O parceiro pergunta em que ela está pensando
3. As amigas mais íntimas comentam com o parceiro que ela está distante e ausente

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Três passos para desenvolver um hábito.


Muitas vezes queremos implantar um novo hábito, mas isso parece tão difícil.
Eu preciso implantar dois novos hábitos. O primeiro é tomar mais de 2 litros de água por dia e o segundo é começar a usar um creme antiidade.
Existe uma famosa fórmula para o desenvolvimento de um hábito, siga as seguintes etapas para ter sucesso no seu:

1. Faça uma resolução
Você deve começar tendo uma meta. Determine o que você está tentando alcançar e faça uma declaração pública contando a alguém sobre o que você deseja alcançar.

2. Nunca permita uma exceção
Não abra uma exceção para interromper o novo hábito até que ele esteja firmemente enraizado em sua vida. Um hábito é como um novelo de lã, cada vez que cai, ela se desfaz. Então você não pode permitir que "só desta vez" aconteça, isso consequentemente o levará muitos passos para trás. O ato de ceder enfraquece a vontade e reforça a falta de autocontrole.

3. Aproveitar todas as oportunidades
Aproveite todas as chances para praticar o seu novo hábito: No começo, você pode precisar de um monte de lembretes para manter a sua decisão. Portanto, pratique seu hábito sempre que puder, talvez você precise fazer uma lista ou colar post it pela casa para lembrá-lo do seu objetivo.

Dizem que leva 21 dias para desenvolver um hábito, e seis semanas para torná-lo natural. Por isso qualquer que seja seu objetivo, você pode alcançá-lo.
Qual seu objetivo? Ser organizado em casa ou  no trabalho? Economizar dinheiro? Emagrecer?
Siga estes três passos simples e alcance o sucesso!

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Timidez patológica ou Fobia Social



“TO BE OR NOT TO BE” (Ser ou não ser).
Situações de dúvidas, incertezas e inseguranças, as quais estamos expostos no dia-a-dia, que nos causam certo grau de desconforto e ansiedade são consideradas normais e, muitas vezes, até necessárias para nos prepararmos para determinadas exposições ou decisões que teremos que tomar.
Mas quando este grau de ansiedade é intenso que nos arrebata com medo exagerado, que precedem a novos compromissos sociais; na dúvida constante de uma simples escolha ao comprar uma roupa; se estamos vestidos adequadamente; se estamos tendo um bom desempenho frente aos olhos de terceiros e sempre preocupados com a nossa imagem, reação e aprovação do outro, podemos estar diante de um Transtorno de Ansiedade.
Sintomas físicos involuntários como taquicardia, sudorese, tremor, rubor, sensação de desmaio, dor de cabeça, urgência urinária, náuseas, diarréia, aos quais somos submetidos, associados ao medo e a preocupação exagerada com a avaliação de terceiros, compõem o quadro clínico do Transtorno de Ansiedade Social (TAS) ou Fobia Social.
O medo, a prevenção e o cuidado, quando em equilíbrio, são saudáveis e necessários para a preservação da espécie. Mas quando o exagero nos causa esquiva e incapacidade de interação com os demais (principalmente pessoas fora do nosso ambiente familiar) ou exposição em situações sociais, deixamos de ser simplesmente tímidos. Estamos diante de um quadro de Fobia Social, também conhecida como Timidez Patológica.
Estes sintomas de ansiedade, de medo intenso, de sensações de pânico e de incapacidade que, muitas vezes são paralisantes, devem ser diferenciados de outros Transtornos de Ansiedade como o Transtorno do Pânico (medo súbito e extremo) e a Agorafobia (medo de permanecer em locais de difícil acesso ao socorro), por exemplo. Nestes dois últimos transtornos, os sintomas desagradáveis são de curta duração (embora intensos) e repentinos, mas não estão associados diretamente à preocupação prévia e exagerada do indivíduo ser observado ou avaliado negativamente por outras pessoas, do medo do escrutínio em situações sociais, gerando esquiva destas situações.
Tanto no Pânico quanto na Agorafobia, a situação de esquiva é atribuída ao medo de uma nova crise, rica em sintomas de ansiedade (sudorese, taquicardia, respiração ofegante, etc.), porém sem estar relacionada à interação social. O paciente com Transtorno de Pânico ou com Agorafobia, por temer uma nova crise, acaba por evitar determinadas situações ou eventos, no entanto não se esquiva de exposição social.
Quem tem Fobia Social apresenta muito mais do que uma simples timidez. O tímido, mesmo que tenha um comportamento inibido e que sofra de ansiedade antecipatória a respeito do seu desempenho, é capaz de reconhecer uma resposta positiva nas outras pessoas durante um encontro social e de interagir. Já o Fóbico Social é incapaz de tal reconhecimento e a interação social quando ocorre é com muita dificuldade.
O Transtorno de Ansiedade Social (TAS) ou Fobia Social tem como principal característica o medo de embaraço e humilhação diante de terceiros, causando intenso sofrimento e muitas vezes evitação e isolamento social, que pode ser confundido com o isolamento nos quadros de depressão, onde este é causado pela falta de vontade de interação social.
Na Fobia Social também devemos diferenciar as situações de esquiva devido a outros transtornos neuropsiquiátricos pré-existentes. Como exemplo podemos citar as pessoas que sofrem de Parkinson e que se sentem constrangidas com os tremores involuntários e outros sintomas aos quais são expostos.
Outro dado importante é a situação da ansiedade antecipatória, que na Fobia Social pode durar dias ou semanas, ricas em sintomas de ansiedade, noites mal dormidas, pesadelos, entre outros, antes das situações de exposição, da apresentação de um novo emprego, de uma entrevista, palestra ou até mesmo de um evento social em que o indivíduo irá ser apresentado a autoridades ou a pessoas de nível sociocultural elevado. Esta situação de medo poderá ser agravada durante o período de exposição e até ser paralisante em função da autoconsciência aguda – uma atenção exagerada ao próprio comportamento e aos seus sintomas – que, muitas vezes, não são percebidos pelas outras pessoas, mas os impede de ter um bom desempenho. Nestas condições, o mais cruel é que o próprio indivíduo é o seu maior crítico e observador.
Classificamos o Transtorno de Ansiedade Social (TAS) ou Fobia Social em subcategorias:
__ Ansiedade social de desempenho ou ansiedade circunscrita a uma atividade. Assinar o próprio nome ou falar em público são os exemplos mais comuns.
__ Ansiedade social generalizada, que se caracteriza pelo temor de exposição a várias situações ao mesmo tempo, como trabalhar na frente de outras pessoas, dar ordens, paquerar, resistir a um vendedor insistente, usar banheiro público, etc.
O Transtorno de Ansiedade Social é o mais prevalente dentre os Transtornos de Ansiedade, tendo seu início entre a infância e adolescência que, quando não diagnosticado precocemente, pode perdurar até a vida adulta, causando grandes prejuízos nas diversos setores vitais do indivíduo: social, afetivo, acadêmico e/ou profissional. Embora acometa homens e mulheres em igual proporção, os prejuízos econômicos e laborais recaem mais nos indivíduos do sexo masculino, por uma questão cultural-econômica e pela necessidade de sustento familiar. Sendo assim, observamos que os homens são mais diagnosticados e procuram mais por tratamento adequado do que as mulheres.
Devemos estar atentos aos diversos transtornos associados (comorbidades) à Fobia Social como o abuso de álcool e outras substâncias tóxicas, depressão, transtornos de ansiedade generalizada, transtorno obsessivo-compulsivo, entre outros, que trazem limitações ao indivíduo, cujos desconfortos podem ser maiores do que a própria Fobia Social. Exatamente pelos prejuízos causados, muitas vezes, são as comorbidades que impulsionam o indivíduo a procurar tratamento especializado e não o Transtorno de Ansiedade Social em si. Contudo, com uma investigação mais cuidadosa, observamos que a causa real dos outros problemas existentes é a Fobia Social. Neste caso, devemos tratar o transtorno de base (transtorno primário) e também os transtornos associados para uma boa resposta terapêutica.
Antigamente achava-se que as causas do Transtorno de Ansiedade Social, eram puramente com base de alterações psicológicas; porém, hoje, temos como conceito bases de caráter hereditário (predisposição genética) associado à disfunção nos circuitos monoaminérgicos (dopoamina, serotonina, adrenalina). É como se o indivíduo desenvolvesse uma espécie de “alergia” a pessoas, envolvendo um sistema psiconeuroendócrino. Como explicar que um indivíduo, pode assinar um cheque numa sala vazia, mas se estiver numa sala com outras pessoas talvez nem consiga entrar, só em pensar em ser observado?
O tratamento do Transtorno de Ansiedade Social ou Fobia Social tem como base o uso de medicamentos, associados à terapia cognitivo-comportamental (TCC). Com o tratamento eficaz estes indivíduos passam a readquirir uma postura mais segura em situações sociais, deixando o comportamento de esquiva tão prejudicial ao crescimento intelectual e produtivo, evitando, assim, perdas significativas de oportunidades nas diversas áreas no âmbito social, afetivo, escolar e profissional.

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Mulheres sorridentes e homens sérios são mais sexy Homens se sentem atraídos por sorrisos, ao contrário das mulheres !!!


De acordo com uma pesquisa canadense publicada no jornal Emotion da Associação Psicológica Americana, as mulheres acham que homens felizes são menos sexualmente atraentes do que aqueles que parecem pensativos, ou deixam transparecer que erraram e têm consciência do fato. Já entre os homens, a relação é oposta: eles se sentem mais sexualmente atraídos por mulheres que dão mais sorrisos.

Os pesquisadores reuniram grupos de homens e mulheres e mostraram a eles fotos de pessoas do sexo oposto. Pediu-se aos participantes que citassem suas reações iniciais com base nas expressões que viram e se sentiram algum tipo de atração sexual.

Ao final do estudo, percebeu-se que os homens que sorriam nas fotos foram considerados pouco atraentes pelas mulheres, enquanto para os homens o sorriso foi de longe o fator que mais chamou a atenção.

Os pesquisadores admitem não saber por que homens e mulheres reagem de maneira diferente ao sorriso. Porém, acreditam que, em um homem, o sorriso aberto pode fazer com que ele pareça feminino ou muito desesperado por sexo.

Eles também ressaltam que analisaram apenas as reações iniciais de atratividade sexual. Por isso, não recomendam em hipótese alguma que os homens adotem uma política de não sorrir em relacionamentos de longo prazo.

Diferenças entre homens e mulheres causam brigas entre casais
De acordo com a psicóloga Marina Vasconcellos, de São Paulo, entender e respeitar as diferenças entre o sexo masculino e feminino pode ser a chave para melhorar a relação entre os casais e evitar conflitos.

Confira alguns exemplos:

1) "Nunca" e "sempre" são palavras que as mulheres costumam usar em suas discussões que o homem não recebe com bons ouvidos, porque as interpretam ao pé da letra e sentem-se ofendidos. Que tal trocá-las por "dificilmente" ou "raramente", "frequentemente" ou "muitas vezes"?

2) Mulheres rodeiam para abordar um assunto delicado, circundando o problema e floreando com detalhes ou coisas não tão importantes até conseguirem tocar no cerne da questão. Esses rodeios irritam os homens, que são objetivos e querem resolver tudo da maneira mais simples e direta possível.

3) Homens têm dificuldade para ouvir quando a mulher vem contar algo que a está angustiando ou preocupando. Eles querem logo achar uma solução, resolver a questão, encontrar uma saída prática, quando elas precisam apenas de um ouvido, um ombro amigo para chorar, alguém para compartilhar suas angústias e simplesmente estar ao lado, nem que seja para não falar nada.

4) Outra dificuldade dos homens é a de ouvir um pedido de sua mulher para que modifique algo em seu modo de agir, pois isso a está incomodando. Esse pedido é ouvido como uma crítica destrutiva a ele como um todo, provocando grandes discussões que seriam totalmente desnecessárias se ele ouvisse apenas o que está sendo dito, sem generalizar para sua pessoa. O mesmo processo pode ser notado nas mulheres, que dificilmente enxergam uma crítica de maneira construtiva. 

5) Mulheres não nasceram com a direção espacial muito desenvolvida. Quando consultam um guia de ruas, por exemplo, este vai sendo virado em suas mãos de acordo com o caminho a ser seguido, o que já não acontece com os homens. Aliás, ambos não gostam de palpites quando estão na direção. A história do "eu iria por aqui" não costuma ter finais felizes, é melhor deixar que o motorista erre e corrija depois do que ficar dando palpites enquanto o outro dirige. Essa é uma briga muito comum entre os casais, que tem um poder incrível de estragar o programa que viria depois.

"Esses exemplos são questões de gênero que provocam brigas desnecessárias entre casais, sendo que todas elas poderiam ser evitadas caso as pessoas tivessem um conhecimento mínimo do jeito de funcionar de cada sexo. São apenas alguns toques para que sua harmonia conjugal não se desfaça por coisas pequenas, que quando somadas, podem virar enormes bolas de neve!",

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